Legalização de Condomínio em BH
Da instalação do prédio novo à regularização do condomínio que funciona há anos sem existir no papel.
Existem dois tipos de condomínio irregular em Belo Horizonte. O primeiro é o prédio recém-entregue, em que a construtora fez a parte dela mas ninguém instalou formalmente o condomínio — não há convenção registrada, não há CNPJ, não há conta bancária e o síndico eleito não consegue assinar nada. O segundo é o condomínio antigo, que funciona há vinte anos na base do acordo entre vizinhos, cobra rateio sem respaldo e descobre o problema quando precisa processar um inadimplente ou contratar um funcionário.
Os dois têm solução. A Condosíndicos conduz o processo completo de legalização, do primeiro documento ao CNPJ ativo e à primeira assembleia válida.
O que a legalização de um condomínio envolve.

Convenção de condomínio
Redação ou adequação da convenção, aprovação no quórum exigido e registro no Cartório de Registro de Imóveis competente. Sem convenção registrada, o condomínio não tem regra oponível a terceiros - e praticamente toda decisão coletiva fica vulnerável a contestação.

Regimento interno
Redação das regras de convivência, uso de áreas comuns, obras, animais, mudanças, ruído e sanções. É o documento que o síndico usa no dia a dia e o que evita a maior parte dos conflitos entre moradores.

Assembleia de instalação e eleição do síndico
Convocação, condução e ata registrada. É o ato que dá existência prática ao condomínio e legitimidade a quem vai representá-lo.

CNPJ e conta bancária
Inscrição do condomínio na Receita Federal e abertura de conta própria em nome do condomínio — nunca na conta pessoal do síndico. Sem CNPJ o condomínio não emite boleto regular, não contrata, não recolhe tributos e não tem como prestar contas de forma verificável.

Regularização trabalhista e fiscal
Inscrição no eSocial, registro dos funcionários, definição do regime de recolhimento e regularização de passivo eventualmente acumulado no período informal.

Licenças e laudos obrigatórios
Levantamento do que o condomínio precisa manter válido — auto de vistoria do Corpo de Bombeiros, laudos de elevadores, SPDA, instalação de gás e demais exigências aplicáveis ao porte e ao tipo do edifício. A lista varia conforme o imóvel e a legislação municipal e estadual vigente.
Condomínio de fato: quando o prédio funciona mas não existe juridicamente
É mais comum do que parece em BH, sobretudo em edifícios antigos e em conjuntos de casas. Todo mundo paga o rateio, existe um síndico informal, a limpeza acontece - mas não há convenção registrada nem CNPJ. Enquanto ninguém contesta, funciona.
O problema aparece de uma vez, e sempre por um destes caminhos: um morador para de pagar e não há título para executar; um prestador de serviço entra com reclamação trabalhista e a responsabilidade recai sobre pessoas físicas; o síndico informal movimenta dinheiro em conta própria e é acusado de apropriação; ou o condomínio precisa contratar seguro obrigatório e não tem como.
A regularização retroativa é possível e costuma ser mais simples do que o conselho imagina. Começa por um diagnóstico da situação documental e da matrícula do imóvel.
Para construtoras e incorporadoras
A entrega das chaves não encerra a responsabilidade da construtora sobre a implantação do condomínio. Instalação mal conduzida gera conflito com os primeiros moradores, atrasa a formação do fundo de reserva e frequentemente volta como reclamação contra a incorporadora.
Assumimos a implantação completa do empreendimento: convenção, regimento, assembleia de instalação, CNPJ, contratação da equipe inicial, plano de manutenção e orçamento do primeiro ano. A construtora entrega um condomínio operando, e não uma lista de pendências.
Como funciona o processo de
legalização

Diagnóstico documental
Plano e prazo
Execução
Entrega e operação
O condomínio recebe a documentação completa e organizada. Se optar por nossa administração, a operação já começa a partir dela.
Perguntas frequentes sobre legalização de condomínio
Nosso condomínio funciona há anos sem convenção registrada. Dá para regularizar?
Dá. É a situação mais comum entre os condomínios que nos procuram para legalização. O caminho passa pela análise da matrícula do imóvel, redação da convenção, aprovação no quórum exigido e registro em cartório. O quórum e o rito variam conforme a situação registral do imóvel.
Condomínio precisa mesmo de CNPJ?
Precisa. Sem CNPJ o condomínio não abre conta bancária própria, não contrata funcionários regularmente, não recolhe tributos e não emite documento de cobrança com respaldo. Além disso, o dinheiro do condomínio circulando em conta pessoal expõe o síndico pessoalmente.
Quanto tempo leva a legalização?
Depende principalmente do cartório e da situação registral do imóvel. Prédios novos com documentação da construtora em ordem costumam ser mais rápidos; condomínios de fato antigos exigem etapa prévia de diagnóstico. Damos o prazo estimado já no plano inicial.
Quais são os custos?
Há dois blocos: taxas de cartório e órgãos públicos, que variam conforme o porte e são pagas diretamente por vocês, e nosso honorário pelo trabalho técnico. Apresentamos os dois separados, sem embutir um no outro.
A construtora não instalou o condomínio. De quem é a responsabilidade?
Depende do que consta no memorial de incorporação e nos contratos de compra e venda. Analisamos a documentação e, se houver obrigação não cumprida pela incorporadora, orientamos o condomínio sobre como exigi-la.

